quarta-feira, 28 de abril de 2010

1984 (George Orwell)

"A possibilidade da solidão, disse ele, é muito valiosa. Todo mundo quer um lugar onde possa ficar só. E quando tem um lugar assim, é cortesia comum se calarem os que dele souberem."
Estou adorando esse livro. Mas a falta de tempo me obriga a lê-lo aos poucos.




Ps: estou morrendo de preguiça de escrever algo minimamente interessante pra postar aqui, mas gosto tanto do meu blog que não quero deixá-los para as baratas virtuais...
Estou platonicamente apaixonada por Oomph! Escuto dia e noite.
 

Burning desire (Oomph!)

How many nights have i lived deep inside of you?
How many dreams has your pain given to use?
How many nights have you lost yourself so forlorn?
How many dreams have i screamed as you are reborn?

From my love’s burning desire.
There’s no escape no salvation.
From my love’s burning desire.
No force in heaven or hell can save your soul.

How many nights have i possessed you so perverse?
How many dreams have you obsessed me like a curse?
How many countless nights have i spent now with you?
How many dreams has your heart burned me through and through?

From my love’s burning desire.
There’s no escape no salvation.
From my love’s burning desire.
No force in heaven or hell can save your soul.

From my love’s burning desire.
There’s no escape no salvation.
From my love’s burning desire.
No force in heaven or hell can save your soul.

Come now and melt your skin with me
Just squander the pain that you feel.
Come now and melt your skin with me.

From my love’s burning desire.
There’s no escape no salvation.
From my love’s burning desire.
No force in heaven or hell can save your soul.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

1984 (George Orwell)

" O horrível dos Dois Minutos de Ódio era que embora ninguém fosse obrigado a participar, era impossível deixar de se reunir aos outros. Em trinta segundos deixava de ser preciso fingir. Parecia percorrer todo o grupo, como uma corrente elétrica, um horrível êxtase de medo e vingança, um desejo de matar, de torturar, de amassar rostos com um malho, transformando o indivíduo, contra a sua vontade, num lunático a uivar e fazer caretas. E no entanto, a fúria que se sentia era uma emoção abstrata, não dirigida, que podia passar de um alvo a outro como a chama dum maçarico."

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Batatas

Nunca perdoei ninguém. Não saberia como fazer, por onde começar.
É como carregar grandes sacos de batatas, como diz aquele email que todos já recebemos. Nos meus sacos tem muitas batatas, grandes e pequenas, poderia abastecer uma lanchonete por meses.
Mas não consigo deixar de carregá-los.
Sempre achei que fosse apenas por causa do meu orgulho. Era o que dizia a mim mesma. Claro que havia algo mais, mas apenas a desculpa do orgulho me bastava. Um problema é sempre um problema, independente de sua origem.
Quando erro também não esqueço, os erros grandres e pequenos fcam guardados, num saco separado, mas ficam. Nunca me perdoei.
- You start by doing the hardest thing: you forgive yourself. (Tia Jane - Homem-aranha 3)
Simples assim?