sábado, 29 de novembro de 2008

Muita felicidade!!


Acho que nunca na minha vida precisei me preocupar tanto com as minhas notas, sempre fui meio preguiçosa, mas ia bem nas provas. Prestar atenção nas aulas ajudava bastante, mas esse ano perdi muitas aulas, fiquei super desanimada com a faculdade e coisas em geral e... As minhas notas foram parar lá embaixo, numa matéria, especificamente, eu estava desesperada precisava de um 8 e alguma coisa pra poder passar de ano, porém como meu proprio orientador dizia, "um 8 com o Hélio é um 10", então já contava que ia ficar de sub.
Como em outro dia qualquer, acordei, levantei da cama, dei um "oi" pro meu cachorro, abri meus emails e descobri que a nota desse professor já tinha sido lançada no sistema da faculdade, com muita calma e ansiedade, abri o site da faculdade, coloquei meus dados e rezei (até cruzei os dedos). Tirei um 9!
Dizer que estou feliz é pouco para explicar como me sinto agora.
Fiquei de duas subs, mas agora nada disso importa, porque eu consegui aquilo qe considerava impossível, passei na matéria do Hélio e muito bem!

Nossa, acabei de me dar conta de que esse é o primeiro post feliz que eu coloco...
Não posso dividir só as minhas infelicidades, né?

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

A moral estóica...


De acordo com Jean Brun, o estoicismo foi a escola fundada por Zenão de Cicio em III a.C. em Atenas. Dividida em três fases: estoicismo antigo, estoicismo médio e estoicismo imperial.
Do estoicismo antigo temos três grandes nomes: Zenão de Cicio, Cleanto e Crisipo. Do estoicismo médio, onde o sistema perde seu primeiro rigor e começa a latinizar-se, temos: Diógenes, o Babilônico, Antipatro de Tarso, Panício de Rodes e Possidônio de Apameia. Já no estoicismo imperial, essencialmente romano, a lógica e a física saem de cena, deixando os filósofos livres para se concentrarem na moral, principais filósofos: Sêneca, Musófio Rufo, Epiteto e Marco Aurélio.
“Viver de acordo com a natureza.” (CLEANTO apud BRUN, 1986, p.76)
Eis o principio básico do estoicismo. Segundo o qual a felicidade é o desenvolvimento harmonioso da vida, que somente é possível se vivermos de acordo com a natureza, já que é ela que determina quem somos e como agimos. Para os estóicos a natureza humana forma um todo com a natureza e o universo. Os homens formam uma só comunidade de iguais por principio, discutem, aprendem, vivem com a convicção de que suas ações se integram num mesmo modo de ser, de individuo para individuo e destes para o Todo.
É parte do homem seguir o curso na natureza usando a razão, pois a razão é um atributo derivado do universo, obedecendo-a estamos mais perto da Virtude e do Bem supremo.
Segundo os estóicos, podemos dividir as coisas em:
• Bens: reflexão, justiça, coragem, sabedoria, etc.
• Males: irreflexão, injustiça, covardia, etc.
• Indiferentes (aquilo que não é útil ou nocivo, mas pode ser usado tanto para um quanto para outro): vida, morte, saúde, doença, prazer, dor, etc.
Entre os bens, existem os bens-fins, que são fins em si mesmos, como por exemplo: a generosidade, liberdade, plenitude; e os fins-meios, que são formas de chegar à virtude, por exemplo: amigos. A virtude é o telos do estoicismo e pode ser considerada tanto um bem-fim como um bem - meio. Os bens devem ser sempre buscados enquanto os males devem ser sempre evitados. Já os indiferentes, são aquilo que não nos causa nem aversão nem desejo ou aquilo que nos causa desejo ou aversão sem que se deva mais a isso do que aquilo, os indiferentes podem ser usados tanto para alcançar a felicidade quanto para causar infelicidade.
A virtude é, segundo Cleanto, um saber que pode ser ensinado e quem o possui/aprende jamais a perde. Porém, para Crisipo, pode-se perder a virtude por melancolia ou embriaguez, entretanto, um homem virtuoso jamais ficaria bêbado ou perderia a razão.
Se a virtude é a presença do bem, podemos considerar virtudes: a reflexão, justiça, sabedoria, etc. Além dessas, os estóicos acrescentam à física e a dialética. A física, porque para viver de acordo com a natureza é preciso procurar o ponto de partida em todo o universo e em como ele é ordenado, ninguém pode julgar os bens e os males sem conhecer toda razão de ser da natureza, sem saber se há ou não um acordo entre a natureza do homem e do universo. A dialética é também uma virtude, pois “possui um método para que não demos nosso assentimento a falso e não sejamos enganados por uma verossimilhança capciosa (...), sem essa arte qualquer pessoa pode ser desviada do caminho da verdade e induzida em erro.” (CÍCERO apud BRUN, 1986, p.79)
Ao contrário de Epicuro, para quem a física era um processo de explicação que tem por finalidade desmistificar a natureza, de modo a permitir ao homem viver na calma e na paz, para os estóicos a física é sabedoria e não um modo de ser chegar lá.
A virtude é una (é virtude em si e não por receio ou esperança de qualquer coisa exterior, não existe meio termo entre virtude e vício), ela é um ser vivo que existe mediante a alma racional, é o resultado da harmonia do gênio de cada um com a vontade daquele que organiza o todo.
Enquanto a virtude é harmonia com a natureza, a paixão é o contrário. Para Crisipo, “a paixão é um movimento irracional da alma à margem da natureza, ou uma tendência tirânica”.(CRISIPO apud BRUN, 1986, p. 81)
Segundo Paulo Silveira, para Crisipo, as paixões surgem de uma opinião recente, o que significa que uma paixão suscitada por uma opinião recente pode iniciar uma doença. Apesar de ninguém nascer doente, algumas pessoas podem ter predisposição para determinadas paixões.
Apesar da tentativa de Crisipo de procurar a origem das paixões, o estoicismo não se empenhou muito na procura pelas suas origens, ele apenas constatou que os homens são apaixonados e insensatos e procurou uma sabedoria que fosse uma reconciliação com o mundo e com os homens.
São quatro as paixões fundamentais:
• Angústia: mal presente que deve ser evitado
• Desejo: atribuição a algo bom em um estado futuro que deve ser buscado
• Medo: apreensão de um mal futuro que deve ser evitado
• Prazer: atribuição de algo bom ao presente que deve ser buscado
Todas as outras emoções derivam dessas quatro. Por exemplo, da dor derivam ciúmes, arrependimento, luto.
De acordo com Gazolla, a paixão é essencialmente desatino, loucura, originada por um erro de julgamento, uma falsa opinião, adesão indevida a uma representação falsa, não é obra dos deuses mas dos homens, uma doença intelectual. São movimentos alógicos da alma humana, contrárias a natureza, tendências excessivas, desmesuradas.
Esses erros de julgamento se devem a cultura e as leis do homem.
Segundo Rachel Gazola:
“São estabelecidas a partir não só a partir da compleição física, mas também como fenômenos biológicos e lógicos, confirmando a unidade entre as três partes da filosofia: a física, a ética e a lógica. Ao falar das paixões como fenômenos biológicos, aparentados com os mesmos fatos observados pela medicina, Zenão descreve-as como dilatações ou contrações do pneuma, reações da bile, ebulição do sangue e outras coisa tipicamente médicas.” (RACHEL GAZOLA, 1999, p.136)
As paixões em si não são perturbadoras, algumas tem relação com a própria constituição ser (amar, odiar, ter desejos), o que perturba a alma é o descontrole que elas podem causar. Existem paixões boas (eupatheia) que se permitem acompanhar pela razão, inclinação que saindo do hêgemonikon, continuam controladas por ele, tais como: a vontade racional (boulesis), a alegria (chara), a prevenção.
Desejar o outro que se ama não é uma paixão a ser extirpada, desejar ter amigos também não, mas desejar de maneira desmedida sim, pois os juízos estarão perturbados para uma escolha moral.
Segundo Brun, a ataraxia tão procurada pelos estóicos não é a ausência de paixões, mas sim a profilaxia/prevenção contra a desmedida, pois as paixões desmedidas nos transportam para uma longa cadeia de males progressivos, cujo final não podemos prever. Segundo a filosofia estóica, cada paixão tem seu tempo certo, porém afasta-se depois de um longo período, e ainda assim a dificuldade de sair do seu domínio é imensa.
Um homem submetido à escravidão de uma paixão não pode escolher, portanto está afastado da escolha para a ação moral, podendo escolher apenas de modo viciado. Ele perde-se no tempo agitado das paixões da alma, permanecendo servo da memória e da esperança, do passado e do futuro.
Cada emoção é um impulso e cada impulso uma condição necessária para a ação. Segundo Crisipo, cada emoção é simplesmente uma crença. Os impulsos são eventos psicológicos que tem como conseqüência a ação, cada ação é iniciada nas impressões imaginadas, ou seja, sintetizam uma descrição de um particular, determina estados de acontecimentos com uma atitude avaliativa perante o estado de acontecimento e leva a uma ação imediata. É causalmente suficiente, imediatamente antecedente, é uma motivação psicológica de uma ação intencional.
Segundo Aristóteles, os homens estão sujeitos ao acaso e devem seguir norteados pelo intelecto. Porém, segundo os estóicos, não há desejos, enganos, deslizes, acasos se o homem entra em compasso com a natureza.
O que os estóicos realmente buscam não é o fim de todas as paixões, mas sim uma forma de controlá-las e isso é apenas possível controlando os impulsos, tentando estar sempre no controle de tal forma que o aleatório não o atinja.
Segundo Crisipo, “o mal não só é nocivo como é necessário à beleza do mundo e não é bom suprimi-lo” (CRISIPO apud BRUN, 1986, p.81-82), ou seja, o mal é necessário para que exista uma subida para o bem. Sem o mal causado pelas paixões não haveria como os estóicos traçarem o caminho para a virtude.
Enquanto grande parte dos humanos luta contra as paixões, o sábio estóico não é um apaixonado, pois sabe julgar sabiamente, vivendo de acordo com a razão natural. Ele já atingiu a ataraxia e este em pleno controla de si mesmo, de modo que eventos aleatórios nunca o perturbarão.
Um sábio entende que quando uma pessoa nos irrita, não é realmente ela que nos irrita, mas nossa opinião acerca dela e por isso não devemos nos deixar levar pela nossa imaginação, ela não nos permite ver onde se encontram os verdadeiros perigos. Segundo Marco Aurélio, “rejeita a opinião e será salvo”. (MARCO AURÉLIO apud BRUN, 1986, p.85)
O apaixonado, por outro lado, age como uma criança cujo juízo ainda não está maduro, segundo Descartes, é preciso destruir a “criança”, ou seja, aquela parte humana que não sabe viver e que não tem opiniões sãs, pois é culpa dela termos preconceitos, “temos preconceitos devido a termos sido crianças antes de sermos homens” (BRUN, 1986, p.84). Nossos desejos, opiniões, inclinações, aversões e ações dependem apenas de nós e é justamente por isso que os estóicos buscam o controle.
O sábio estóico não tem emoções, tem eupatheia (boas emoções), seus impulsos consistem em episódios de sabedoria, a virtude é um impulso que resulta em alegria (chara), a futura virtude é a vontade ou volição (boulesis), evitar o vicio futuro é ter cuidado, porém não existem impulsos que resultem em dor, pois o sábio não conhece a dor, vive segundo a natureza, é inocente, sem compaixão, mas sociável. Eles sabem como substituir as emoções por escolhas, que fazem baseados nos indiferentes a sua volta, é a partir dessa consideração dos indiferentes que o sábio reconhece a coisa virtuosa a fazer e faz.
Ao contrário do que se poderia pensar, o sábio pensa pouco na virtude, ele nunca deve pensar que as coisas ao seu redor são boas, mas deve ser extremamente sensível a respeito do valor das coisas ao seu redor, e agir de acordo com a distribuição dos indiferentes no mundo. Mesmo sem pensar na virtude, cada ato do sábio é um ato de virtude.
Existem dois modelos de comportamento criados pelos estóicos que um sábio poderia seguir, um é o modelo dos indiferentes, citado acima, no qual a ação dos sábios são totalmente guiadas pela sua consideração dos indiferentes. E o modelo de deliberação salva virtute, onde se deve ir sempre conforme a virtude, ou quando as coisas vão de acordo com a natureza deve-se escolhê-las, desde que natureza e virtude nunca entrem em conflito.
Ambos, sábios e não-sábios sabem o que significa tratar uma coisa com indiferença e são capazes de entender que a felicidade ou infelicidade não estão ligadas a certas coisas, como um jarro de cerâmica. Epíteto sugere que devemos tratar as coisas como um jarro de cerâmica, a fim de aprendermos a tratar as coisas com indiferença.
Apesar do caminho tão bem traçado para a sabedoria, nunca existiram de fato sábios estóicos. A sabedoria é, na prática, inacessível para o homem, ele pode apenas aproximar-se dela. Os estóicos foram os primeiros a se dar conta disso:
“Vejo homens que proferem máximas estóicas, mas não vejo o Estóico. Mostra-me, pois, um estóico, só peço um. Um estóico, isto é, um homem que na doença se sinta feliz, que morrendo se sente feliz, que desprezado e caluniado se sente feliz! Se não podes mostrar este estóico perfeito e acabado, ao menos mostra-me um que o comece a ser. Não desenganes um velho como eu, desse espetáculo que confesso, ainda não pude desfrutar. ” (EPITETO apud BRUN, 1986, p.90)
Mesmo sendo impossível alcançar a virtude absoluta, existe ainda uma espécie de virtude humana, que não é sabedoria ou saber absoluto, mas que é prudência e reflexão racional.
O sábio estóico não é somente um cidadão do país onde nasceu, é um cidadão do mundo, pois cabe a ele usar toda sua sabedoria para ajudar ao maior número de pessoas possíveis. O destino é para os estóicos causa entrelaçante, uma vez que todos os acontecimentos estão ligados entre si, deve acontecer o mesmo entre os homens, essa idéia é chamada de cosmopolitismo. Os estóicos entendem que o que não é útil ao enxame não o é também para a abelha. Isso fez com que vários deles se envolvem com a política na ultima fase do estoicismo, Sêneca foi advogado e preceptor de Nero, Cícero foi também advogado e Marco Aurélio, imperador romano. Porém, parece que os estóicos gregos nunca tiveram grande interesse na política, nenhum deles se envolveu.
Outra diferença entre os estóicos romanos e os gregos é que os romanos afirmam as teses fundamentais dos gregos e mostram pela vivência reflexiva o melhor modo de reconhecer a escolha a ser feita em dada circunstância, escrevendo textos técnico-práticos, dando mais importância a moral do que a lógica ou a física. Os romanos foram os verdadeiros estóicos no sentido que hoje se tem da palavra: heróicos, altivos.
O determinismo é outra característica da filosofia estóica. O universo é finito, existem estados não necessários ou infinitos, não existem causas sem efeito e os acidentes são parte da ordem natural das coisas. Ainda segundo o determinismo, tudo na vida esta pré-determinado, e por isso as reflexões são tão importantes, pois elas nos ajudam a aceitar o destino com coragem, coisas como a morte, perda. Essas coisas que atormentam o homem não permitem que ele viva.
“Muitos há que andam miseravelmente à deriva entre o medo da morte e os tormentos da vida, sem querer viver nem saber morrer.” (SÊNECA,2004, carta 4, p.8)
O estoicismo ensina como devemos agir diante das mais diversas situações. Como Sêneca escreve:
"A filosofia não é uma habilidade para exibir em público, não se destina a servir de espetáculo; a filosofia não consiste em palavras, mas em ações. O seu fim não consiste em fazer-nos passar o tempo com alguma distração, nem em libertar o ócio do tédio. O objetivo da filosofia consiste em dar forma e estrutura à nossa alma, em ensinar-nos um rumo na vida, em orientar os nossos atos, em apontar-nos o que devemos fazer ou pôr de lado, em sentar-se ao leme e fixar a rota de quem flutua à deriva entre escolhos." (SÊNECA, 2004, carta 16, p.55)
A morte como principal atormentador do homem é vista pelos estóicos como uma operação da natureza, algo que não deve ser temida, pois é uma dissolução a partir da qual as coisas nascerão. Ela pode ser vista também como uma forma de deixar a vida quando sofremos de alguma doença ou quando as circunstâncias de acordo com a natureza que nos cercam não estão ao nosso favor, se há muitas delas em nossa volta é razoável continuar vivo se não há, morrer.
Segundo os estóicos, não há porque temer a morte, pois não se deve esperar nada do futuro, uma pessoa que teme a morte tem esperança, espera do futuro algo que não tem no presente, é um apaixonado, tornando-se escravo do futuro, da esperança.
“Se queres uma vida agradável deixa de preocupar-te com ela! Nenhum objeto dá bem-estar ao seu possuidor senão quando este está preparado para ficar sem ele; e nenhuma coisa mais facilmente podemos perder do que aquela que é irrecuperável depois de perdida.” (SÊNECA, 2004, carta 4, p.8)

From: meu tcc...

"O método estóico de enfrentar as necessidades suprimindo os desejos equivale a cortar os pés para não precisar de sapatos"
Swift, Jonathan --> prudência não é besteira...
From: gatocomvertigens.blogs.sapo.pt/239921.html

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Mal, muito mal mesmo...


Estou me sentindo extremamente mal esses dias, brigas com o namorado a parte, não sei direito o porquê disso, ando meio de saco cheio da vida. Geralmente isso acontece uma vez por dia, mas passa, mas ainda não passou, já faz uma semana.
Ando tendo sonhos estranhos e quase não durmo direito a noite, acordo meio dia e fico com sono a tarde, sempre no fim da tarde.
Baixei e assisti tudo que consegui nos últimos dias, cuidei dos meus afazeres domesticos, e até consegui estudar...
Falta só mais uma prova, não vai dar muito certo, mas é a última antes das subs.
Vou fazer uma duas subs com certeza, mas isso não está me preocupando ainda, vou deixar o desespero para o dia das provas.
Estou meio gripada e descobri na internet (vai saber se é verdade) que quando se tem sífilis alguns sintomas se parecem com os da gripe, o que me assustou só um pouquinho, mas é a internet.
Acabei de dormir tres horas hoje a noite mesmo e acordei me sentindo ainda pior, e eu nem sabia que era possível!!! Preciso estudar pra uma prova muito difícil amanhã, mas eu não quero, nem estudar nem fazer a prova, se não fossem as questões financeiras eu faria mais um ano de faculdade sem problemas.
Comecei a ler um mangá novo e baixar novos animes, espero uma melhora até o fim de semana...

Sobre os casamentos...


Sou contra os casamentos desde que me lembro por gente, nunca entendi porque as pessoas se casam, mas achei no orkut de uma parente uma frase sobre o casamento que quase me faria rever meus conceitos. Quase, porque sou cabeça dura demais pra dar o braço a torcer e dizer que uma coisa que eu desacreditei a vida inteira pode ser digna de crédito.
Eis a frase:
"Se vc quiser casar para ser feliz,não case, fique do jeito que está...solteira!!!!mas se vc quiser casar para fazer alguém feliz, case-se que vc será a pessoa mais feliz do mundo!!!"


Mesmo parecendo bonito eu ainda não quero casar... NUNCA!! Sou egoísta demais pra essas coisas...

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Really treasure!

Ok, vou basear o resto da minha vida em mangás, porque estou de saco cheio de ter que explicar as coisas detalhadamente. Pra bom entendor meia palavra basta.


segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Boa menina!




Acho que falta um are num dos balões...

domingo, 23 de novembro de 2008

Just like you (Three days grace)



I could be mean
I could be angry
You know I could be just like you

I could be fake
I could be stupid
You know I could be just like you

You thought you were standing beside me
You were only in my way
You’re wrong if you think that I’ll be just like you

You thought you were there to guide me
You were only in my way
You’re wrong if you think that I’ll be just like you
You thought you were there to guide me
You were only in my way
You’re wrong if you think that I’ll be just like you

I could be cold
I could be ruthless
You know I could be just like you

I could be weak
I could be senseless
You know I could be just like you

You thought you were standing beside me
You were only in my way
You’re wrong if you think that I’ll be just like you

You thought you were there to guide me
You were only in my way
You’re wrong if you think that I’ll be just like you
You thought you were there to guide me
You were only in my way
You’re wrong if you think that I’ll be just like you

On my own, cause I can’t take living with you
I’m alone, so I won’t turn out like you
Want me to

You thought you were standing beside me
You were only in my way
You’re wrong if you think that I’ll be just like you

You thought you were there to guide me
You were only in my way
You’re wrong if you think that I’ll be just like you
You thought you were there to guide me
You were only in my way
You’re wrong if you think that I’ll be just like you

I could be mean
I could be angry
You know I could be just like you

Kill Bill 2


Adoro Kill Bill, os dois. Sim, por causa das espadas e das pessoas mortas, mas também porque no fim do segundo filme o Bill fala uma coisa muito bonita pra Beatrix.
Depois de falar sua teoria sobre o Super-Homem e o Clark Kent, eles lutam e tal, aí ela usa aquele golpe lendário: os cinco pontos que explodem o coração.
Bill não sabia que ela havia aprendido, olha pra ela surpreso e pergunta porque nunca contou isso a ele.

Beatriz: Porque sou uma pessoa ruim.(chorando)
Bill: Não, não é uma pessoa ruim, é minha pessoa favorita.


Gosto muito dessa parte, sempre me parece que depois de tudo que fizeram um ao outro eles ainda são capazes de se perdoar...

Post totalmente sem sentido, mas eu estava assistindo o filme na tv...

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Alguém dominou?




One art (Elizabeth Bishop)

The art of losing isn't hard to master;
so many things seem filled with the intent
to be lost that their loss is no disaster.

Lose something every day. Accept the fluster
of lost door keys, the hour badly spent.
The art of losing isn't hard to master.

Then practice losing farther, losing faster:
places, and names, and where it was you meant
to travel. None of these will bring disaster.

I lost my mother's watch. And look! my last, or
next-to-last, of three loved houses went.
The art of losing isn't hard to master.

I lost two cities, lovely ones. And, vaster,
some realms I owned, two rivers, a continent.
I miss them, but it wasn't a disaster.

--Even losing you (the joking voice, a gesture
I love) I shan't have lied. It's evident
the art of losing's not too hard to master
though it may look like (Write it!) like disaster.

Seria mais feliz?



O Pão de açúcar tem aquela campanha linda, que tem a musiquinha o que faz você feliz?, penso nela toda vez que penso em felicidade. Aí, de novo falando de televisão, estava assistindo House e ele conversou com uma paciente sobre o mundo ser feio. Ela disse que antes do seu transplante de córnea estava quase cega, mas que depois o mundo continuava feio e começou a se questionar se isso, o transplante, poderia mesmo tê-la feito feliz. Ela pergunta pro House se ele seria mais feliz se sua perna melhorasse (o House é manco).
O que me leva a pergunta: O que me faria feliz?
Seria mais feliz se fosse mais magra? Seria mais feliz se tivesse mais dinheiro? Seria mais feliz se tivesse um computador melhor com uma velocidade maior de banda larga? Seria mais feliz se tivesse um guarda-roupas maior e mais cheio? Seria mais feliz se tudo fosse sempre como eu gostaria que fosse?
Não, pra todas as perguntas: não.
Se tivesse tudo isso não daria valor a nada. Só se dá valor as coisas quando se perde.
As coisas que mais desejo agora me são inalcançáveis: desejo de volta tudo aquilo que perdi.
Seria mais feliz se minha irmã estivesse aqui agora, seria mais feliz se meu cachorro voltasse dos mortos, seria mais feliz se tivesse todas aquelas ilusões que me foram arrancadas, seria mais feliz se meu avô estivesse vivo. Ah, sim, não poderia deixar isso passar, hoje foi a missa de um ano do meu avô, por coincidência foi numa semana de felicidade pra mim: alguns dias antes é aniversário do Yue.
Não foi um dia ruim, mas seria muito melhor se ao invés de relembrarmos a morte dele fossemos apenas almoçar com ele. Pensar nos momentos que viriam e não apenas nos que foram.
Pensando na morte do meu avô, cheguei a resposta do que me feria feliz: não perder.
Seria otimo se pudesse colocar todos que gosto dentro de uma caixa e parar o tempo.
Sim! Num único momento, como numa foto. Aí, sim, eu seria feliz.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Questionário roubado (do Proust, da Sheila...)


XXX Holic (um vício!)


1- qual a sua palavra preferia?

Sim!!!

2-Qual a palavra que você menos gosta?

Não!!

3- O que "acende" sua criatividade, espiritualidade ou emotividade?

Mangás, livros, etc...

4- o que te apaga?

Falta de açucar no sangue.

5- Qual é o seu palavrão favorito?

P****

6- que som ou barulho você ama?

Músicas bonitas (som mesmo nenhum em especial)

7- que som você detesta?

Despertador/ telefone

8- que profissão você gostaria de ter se não sua atual ?

Veterinária

9- que profissão você não gostaria de ter?

Dona de casa

10- Se o paraíso existe, o que você gostaria de ouvir de Deus assim que chegasse?

"Errada em tantas coisas, mas eu te perdoou, porque sou, sim, bom e eu existo de verdade :P"

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Imito a Thaís (até no resultado)!




You Are Bettie Page



Girl next door with a wild streak

You're a famous beauty - with unique look

And the people like you are cultish about it

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Yue...

"Olhe no fundo dos olhos de um animal e, por um instante troque de lugar com ele. A vida dele se tornará tão preciosa quanto a sua e você se tornará tão vulnerável quanto ele. Agora sorria se você acredita que todos os animais merecem nosso respeito e proteção, pois em determinado ponto eles somos nós e nós somos eles" (Philip Ôchoa)




Foi aniversário do meu querido Yue ontem. Mas, que péssima dona sou, nem me lembrei... Não foi a toa que ele passou o dia tão desanimado...
Só eu gosto dele, eu sei, mas gosto de várias coisas que ninguém mais gosta.
Ele me espera todo dia em casa e quando chego sempre me recebe com sorrisos e pulinhos de alegria, mesmo nos dias de chuva. Ele me perdoa por todas as minhas faltas, mesmo, as vezes, descontando as coisas nele. Ele não liga que eu leve ele pra passear no frio ou quando está garoando, não existe tempo ruim pra ele. Não existe tempo ruim quando ele está por perto, mesmo sujando minhas roupas brancas e não me deixando entrar em casa, não sei direito porquê, mas não existe tempo ruim com ele...

Ahh, ele fez 4 aninhos!!

Eis o que a Yuuko pensa sobre os objetos externos...

Uma otaku estudando filosofia, pensa filosoficamente enquanto lê mangás.


Ainda pensando na terrível prova de hoje... Que desastre!

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

A música mais linda do mundo...



http://www.youtube.com/watch?v=zYZWbzEmWY0&feature=related cantada pela Lara Fabian

Caruso


Qui dove il mare luccica,
e tira forte il vento
sulla vecchia terrazza
davanti al golfo di Surriento
uno uomo abbracia una ragazza
dopo che aveva pianto
poi si schiarisce la voce,
e ricomincia il canto

Te voglio bene assai
Ma tanto tanto bene sai
É una catena ormai
Che scioglie il sangue tinto vene sai...

Vide le luci in mezzo al mare,
penso alle notti là in America
ma erano solo le lampare
e la bianca scia di un'elica
senti il dolore nella musica,
e si alzo dal pianoforte
ma quando vide uscire
la luna da una nuvola,
gli sembro piu dolce anche la morte
guardò negli occhi la ragazza,
quegli occhi verdi come il mare
poi all'improvviso usci una lacrima
e lui credette di affogare

Te voglio bene assai
Ma tanto tanto bene sai
É una catena ormai
Che scioglie il sangue tinto vene sai

Potenza della lirica,
dove ogni dramma è un falso
che con un po' di trucco e con la mimica
puoi diventare un altro
ma due occhi che ti guardano,
cosi vicine e veri
ti fan scordare le parole,...
Confondono i pensieri
cosi diventa tutto piccolo,
anche le notti là in America
ti volti e vedi la tua vita,
dietro la scia di un'elica
ma si, è la vita che finisce,
e non ci penso poi tanto
anzi, si sentiva gia felice,
e ricomincio il suo canto

Te voglio bene assai
Ma tanto tanto bene sai
É una catena ormai
Che scioglie il sangue tinto vene sai


(Tradução)
Aqui onde o mar brilha
E sopra forte o vento
Sobre um velho terraço
Em frente ao golfo de surriento
Um homem abraça uma garota
Depois de ter chorado
Depois clareou – se a voz
E recomeça o canto

Te quero muito bem
Mas tanto tanto bem, sabes?
É uma correia
Que já dissolve o sangue
Dentro das veias
Viu as luzes no meio do mar
Pensou nas noites lá na américa
Mas eram só as lâmpadas
E a branca faixa de uma hélice
Escuta a dor da música
Se levantar do piano
Mas quando viu a lua

Sair de uma nuvem
Pareceu – lhe mais doce também a morte

Olhou nos olhos da garota
Aqueles olhos verdes como o mar
Depois, de improviso saiu uma lágrima
E ele acredita de afogar

Te quero muito bem etc...

Potência na lírica
Onde o drama é uma mentira
Que com um pouco de maquiagem
E com a mímica
Pode tornar – se um outro
Mas dois olhos que te olham
Assim juntos e frios
Te fazem esquecer as palavras
Confundem os pensamentos
Assim torna tudo pequeno
Também as noites lá na américa
Mas se é a vida que termina
Mas ele não pensa tanto
Pelo contrário se sentia já feliz
E recomeçou o seu canto
Te quero tanto bem ...

sábado, 15 de novembro de 2008

XXX Holic


sexta-feira, 14 de novembro de 2008

If I were a boy...

If I were a boy
Even just for a day
I'd roll outta bed in the morning
And throw on what i wanted then go
Drink beer with the guys
And chase after girls
I'd kick it with who I wanted
And I'd never get confronted for it
Cause they'd stick up for me

(Chorus)
If I were a boy
I think i could understand
How it feels to love a girl
I swear i'd be a better man
I'd listen to her
Cause I Know how it hurts
When you lose the one you wanted
Cause he's taken you for granted
And everything you had got destroyed

If were a boy
I would turn off my phone
Tell everyone its broken
So they'd think that i was sleepin alone
I'd put myself first
And make the rules as I go
Cause I know that she'd be faithful
Waitin' for me to come home
To come home

(Chorus)
If I were a boy
I think i could understand
How it feels to love a girl
I swear i'd be a better man
I'd listen to her
Cause I Know how it hurts
When you lose the one you wanted
Cause he's taken you for granted
And everything you had got destroyed

It's a little too late for you to come back
Say its just a mistake
Think i'd forgive you like that
If you thought i would wait for you
You thought wrong

(Chorus)
But you're just a boy
You don't understand
Yeah you don't understand
How it feels to love a girl someday
You wish you were a better man
You don't listen to her
You don't care how it hurts
Until you lose the one you wanted
Cause you've taken her for granted
And everything you have got destroyed
But you're just a boy


Deve ser essa a resposta para os meus problemas: ser homem, ou lésbica...





Copiado de : http://www.malvados.com.br/

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

A triste verdade...


Diálogo tirado de House:

Treze: Podemos ter tudo.

Paciente morrendo: Não podemos. Podemos aspirar tudo.Mas não conseguiremos só porque queremos. Prefiro passar minha vida perto dos pássaros a desperdiçá-la desejando ter asas.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Felicidade?


"Quero viajar leve porque sei que a vida não tem sentido, então o que tem sentido na minha vida é construir fórmulas imediatas em que eu consiga o tempo todo ser feliz." (Luiz Felipe de Cerqueira Pondé, numa entrevista a revista Filosofia)

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Coisas com gosto de infância

- bolachas passatempo
- moti, com açúcar, sem açúcar é coisa de velho...
- sagu, de morango, uva, framboesa...
- gelatinas de modo geral
- sopinhas...
- assistir desenhos como "Alice no País das Maravilhas"
- dormir até as três da tarde e não ter nada pra fazer o dia todo
- sorvete, qualquer sabor
- chocolate, deve ser por isso que nunca consegui deixar de come-los

As duas faces da lei





-Where are you going?
-I don´t know... Hell, I supposed...

I don´t mind if you don´t mind...

Achei num blog todo o resumo dos meus problemas... E devo dizer que desisto...

http://sergiopeople.blogspot.com/2008/10/mini-contos-urbanos-iii.html

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Outros mundos...



"Quando eu era criança, bem novinho, meu pai comprou o primeiro telefone da nossa vizinhança. Eu ainda me lembro daquele aparelho preto e brilhante que ficava na cômoda da sala. Eu era muito pequeno para alcançar o telefone, mas ficava ouvindo fascinado enquanto minha mãe falava com alguém.
Então, um dia eu descobri que dentro daquele objeto maravilhoso morava uma pessoa legal. O nome dela era "Uma informação, por favor" e não havia nada que ela não soubesse. "Uma informação, por favor" poderia fornecer qualquer numero de telefone e até a hora certa. Minha primeira experiência pessoal com esse gênio-na-garrafa veio num dia em que minha mãe estava fora, na casa de um vizinho. Eu estava na garagem mexendo na caixa de ferramentas quando bati em meu dedo com um martelo. A dor era terrível mas não havia motivo para chorar, uma vez que não tinha ninguém em casa para me oferecer a sua simpatia. Eu andava pela casa, chupando o dedo dolorido ate que pensei: O telefone!
Rapidamente fui ate o porão, peguei uma pequena escada que coloquei em frente a cômoda da sala. Subi na escada, tirei o fone do gancho e segurei contra o ouvido.
Alguém atendeu e eu disse: "Uma informação, por favor".
Ouvi uns dois ou três cliques e uma voz suave e nítida falou em meu ouvido.
"Informações."
"Eu machuquei meu dedo...", disse, e as lágrimas vieram facilmente, agora que eu tinha audiência.
"A sua mãe não esta em casa?", ela perguntou.
"Não tem ninguém aqui...", eu soluçava.
"Esta sangrando?"
"Não", respondi. "Eu machuquei o dedo com o martelo, mas tá doendo..."
"Você consegue abrir o congelador?", ela perguntou. Eu respondi que sim.
"Então pegue um cubo de gelo e passe no seu dedo", disse a voz.
Depois daquele dia, eu ligava para "Uma informação, por favor" por qualquer motivo.

Ela me ajudou com as minhas dúvidas de geografia e me ensinou onde ficava a Philadelphia. Ela me ajudou com os exercícios de matemática. Ela me ensinou que o pequeno esquilo que eu trouxe do bosque deveria comer nozes e frutinhas. Então, um dia, Petey, meu canário, morreu.
Eu liguei para "Uma informação, por favor" e contei o ocorrido.
Ela escutou e começou a falar aquelas coisas que se dizem para uma criança que esta crescendo. Mas eu estava inconsolável.
Eu perguntava: "Por que é que os passarinhos cantam tão lindamente e trazem tanta alegria para nós para, no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola?"
Ela deve ter compreendido a minha preocupação, porque acrescentou mansamente:
"Paul, sempre lembre que existem outros mundos onde a gente pode cantar também...". De alguma maneira, depois disso eu me senti melhor.
No outro dia, lá estava eu de novo. "Informações.", disse a voz já tão familiar.
"Você sabe como se escreve 'exceção'?"
Tudo isso aconteceu na minha cidade natal ao norte do Pacifico.
Quando eu tinha 9 anos, nós nos mudamos para Boston. Eu sentia muita falta da minha amiga. "Uma informação, por favor" pertencia aquele velho aparelho telefónico preto e eu não sentia nenhuma atracção pelo nosso novo aparelho
telefônico branquinho que ficava na nova cômoda na nova sala.
Conforme eu crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saiam da minha memória. Frequentemente, em momentos de duvida ou perplexidade, eu tentava recuperar o sentimento calmo de segurança que eu tinha naquele tempo. Hoje eu entendo como ela era paciente, compreensiva e gentil ao perder tempo atendendo as ligações de um menininho.

Alguns anos depois, quando estava indo para a faculdade, meu avião teve uma escala em Seattle. Eu teria mais ou menos meia hora entre os dois voos. Falei ao telefone com minha irmã, que morava lá, por 15 minutos. Então, sem nem mesmo sentir que estava fazendo isso, marquei o numero da operadora daquela minha cidade natal e pedi:
"Uma informação, por favor."
Como num milagre, eu ouvi a mesma voz doce e clara que conhecia tão bem, dizendo: "Informações."
Eu não tinha planejado isso, mas me peguei perguntando: "Você sabe como se escreve 'exceção'?"
Houve uma longa pausa. Então, veio uma resposta suave: "Eu acho que o seu dedo já melhorou, Paul."
Eu ri. "Então, é você mesma!", eu disse. "Você não imagina como era importante para mim naquele tempo."
"Eu imagino", ela disse. "E você não sabe o quanto significavam para mim aquelas ligações. Eu não tenho filhos e ficava esperando todos os dias que você ligasse."
Eu contei para ela o quanto pensei nela todos esses anos e perguntei se poderia visita-la quando fosse encontrar a minha irmã.
"É claro!", ela respondeu. "Venha até aqui e peça para me chamarem, meu nome é Sally."
Três meses depois eu fui a Seattle visitar minha irmã. Quando liguei, uma voz diferente respondeu : "Informações."
Eu pedi para chamar a Sally.
"Você é amigo dela?", a voz perguntou.
"Sou, um velho amigo. O meu nome é Paul."
"Eu sinto muito, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período porque estava doente. Infelizmente, ela morreu há cinco semanas."
Antes que eu pudesse desligar, a voz perguntou:
"Espere um pouco. Você disse que o seu nome é Paul?
"Sim."
"A Sally deixou uma mensagem para você. Ela escreveu e pediu para eu guardar caso você ligasse. Eu vou ler para você."
A mensagem dizia: "Diga a ele que eu ainda acredito que existem outros mundos onde a gente pode cantar também. Ele vai entender."
Eu agradeci e desliguei. Eu entendi..."


Talvez Liebniz estivesse errado ao dizer que esse é o melhor dos mundos possiveis...

sábado, 1 de novembro de 2008

Queria ser anime...

Kiss me, out of the bearded barley
Nightly, beside the green, green grass
Swing, swing, swing the spinning step
You wear those shoes and I will wear that dress
Oh, kiss me beneath the milky twilight
Lead me out on the moonlit floor
Lift your open hand
Strike up the band and make the fireflies dance
Silver moon’s sparkling, so kiss me
Kiss me down by the broken tree house
Swing me upon its hanging tire
Bring, bring, bring your flowered hat
We’ll take the trail marked on your father’s map
Oh, kiss me beneath the milky twilight
Lead me out on the moonlit floor
Lift your open hand
Strike up the band and make the fireflies dance
Silver moon’s sparkling, so kiss me
kiss me beneath the milky twilight
Lead me out on the moonlit floor
Lift your open hand
Strike up the band and make the fireflies dance
Silver moon’s sparkling, so kiss me
So kiss me

Quer saber quem você é?



Você tem a cabeça de uma mulher adulta, sabe se comportar

muito bem. Mas dependendo do momento e na situação, torna-se

uma pessoa fria. Talvez, por esse motivo, as vezes, você

não se dê muito bem com as pessoas que estão a sua volta.

É uma pessoa misteriosa, guarda bastante segredos, mas

aprenda a dividi-los, porque assim, será mais fácil de resolver

seus problemas!



Quer
saber quem você é?