terça-feira, 21 de abril de 2009

A náusea (Sartre)...


"Não tenho o hábito de contar para mim mesmo o que acontece e então me escapa um pouco a sucessão dos acontecimentos, não distingo o que é importante. Mas agora acabou: reli o que escrevi no café Mably e senti vergonha: não quero segredos, nem estados de alma, nem coisas indizíveis; não sou virgem nem padre para brincar de vida interior."


Já que o desânimo e o tédio imperam, vamos a Sartre!

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