quarta-feira, 24 de março de 2010

O apanhador no campo de centeio

Fui obrigada a ler. Odiei quase todo o livro. Ainda não entendo porque as pessoas gostam tanto dele, essa coisa de aborrecente nunca se encaixou naquilo que eu gosto de ler.
Mas, devo admitir, que uma coisa realmente me cativou: o carinho que Holden tem pela irmã.

Puxa, aí começou a chover pra burro. Um dilúvio, juro por Deus. Todos os pais e mães, todo mundo correu pra debaixo do teto do carrossel, para não se molhar até os ossos, mas eu ainda fiquei ali no banco mais algum tempo. Me molhei pra diabo, principalmente no pescoço e nas calças. Até que meu chapéu de caça me protegeu mesmo um bocado, mas acabei ensopado de qualquer maneira. Mas nem liguei. Me senti tão feliz de repente, vendo a Phoebe passar e passar. Pra dizer a verdade, eu estava a ponto de chorar de tão feliz que me sentia. Sei lá por quê. É que ela estava tão bonita, do jeito que passava rodando e rodando, de casaco azul e tudo. Puxa, só a gente estando lá para ver.


Mal posso esperar para acabar de fazer esses trabalhos de português. Quero voltar logo para os meus livros deprimentes.

Um comentário:

Sheila disse...

Você leu "O apanhador..." em trabalho de português?!

E eu achei esse bem deprê, chato, na verdade.

Quer ler um beeeem pra baixo? Tem um inglês que conta de uma guria que tá morrendo de câncer e é horrível de tão pra baixo!

Vou ver o nome e te conto.

Bjks.