quarta-feira, 16 de junho de 2010

Greve!


Trabalho perto do Fórum João Mendes e ultimamente tenho grande vontade de pegar um carro e fazer um strike humano por ali.
Aqueles infelizes do fórum estão em greve e ficam o dia inteiro gritando e fazendo barulho! Como se não fosse o bastante essa gente não fazer nada e ficar sugando o dinheiro público, eles ainda querem aumento! Querem parar o trânsito na praça da Sé às 17 horas no meio da semana.
OK, conheço muitas pessoas que me diriam "mas nem todo funcionário público é inútil, você está generalizando". Estou mesmo! Estou cansada dessas pessoas gritando todos os dias! Odeio essa ladainha de o Estado está nos roubando! O governo não presta!
O que eu deveria achar de um monte de pessoas que não apenas não está trabalhando, como está sendo paga? Ou pior que foram para a frente do fórum fazer barulho a fim de não deixar aqueles que estava lá dentro trabalharem?
E como assim esses infelizes ainda vão fazer protesto porque o governo quer tornar as graves ilegais?
Eu acho que demorou pra chamar o batalhão de choque e mostrar pra esses infelizes eles são sim dispensáveis! Que existem milhares de brasileiros que trabalhariam de verdade e não iam ficar pelas ruas enchendo o saco alheio.


Não basta ter que passar o dia inteiro ouvindo aquela ladainha lulista de "companheiros mais uma vitória" (sugar o dinheiro público e ainda sair imune com certeza é uma vitória), hoje ainda cheguei ao cúmulo de ouvir uma mulher gritando com muito orgulho que ela é oficial de justiça há 20 anos!!!
20 ANOS!!!
De onde ela tira esse orgulho? Isso pra mim é prova de incapacidade. Estagnação.
A mulher faz a mesma coisa há 20 anos? Ah, para. Nem uma promoção? Ela vive feliz com aquele aumento anual? Não quer sair daquela situação?
Eu realmente não sei se eu sou ambiciosa demais, ou se as pessoas que se contentam com pouco.
Tenho 24 anos e mal passo dois anos fazendo a mesma coisa, quanto mais 20!!
Deve ser pelo amor a profissão, né? Ou será que é porque oficial de justiça não paga condução?
Fico com a segunda.

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