Na hiperbólica construção de Os vendilhões do Templo há um sustentáculo maior que o episódio bíblico que lhe serve de mote e consegue abarcar até mesmo a mísera indagação deste resenhista: em 33 d.C., um vendilhão, estupefato diante das vicissitudes que atravessava sem compreender por que, concluía que "a vida é feita de muitas perguntas e de umas poucas respostas". Scliar há muito já sabe que o bom escritor semeia sempre mais dúvidas do que pode apresentar de certezas.
Tirado de:
http://rascunho.rpc.com.br/index.php?ras=secao.php&modelo=2&secao=25&lista=0&subsecao=0&ordem=902&semlimite=todos
E, afinal de contas, qual seria a graça de ter todas as respostas? Só as usaríamos para fazer mais perguntas. É o ciclo eterno do aprendizado. Perguntas sempre me lembram Sócrates e sua pergunta-mor:"o que é?"
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Acabei de ler e resenhar Os vendilhões do templo. Sinceramente, não faz meu tipo, mas não é de se jogar fora. Dou vários créditos a Moacyr Scliar. realmente é um livro interessante, mas não fez doer minha alma nem vai me deixar em depressão.
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Puxa, como é difícil fazer uma resenha. Por que uma mera secretária precisaria aprender a escrever resenhas? Não acho que um dia trabalharei para alguém que me peça resenhas. Atas, cartas, fax, isso eu entendo, mas resenhas?
2 comentários:
Também não entendi porque você teve que fazer uma resenha do livro 'os verdilhões do templo'.
Uma vez eu tive que fazer uma resenha da Arte da Guerra e ficou tão ruim =x
Mas A Arte da Guerra é um livro muito bom! Os vendilhões não é tudo isso... Pior foi fazer do Apanhador no campo de centeio.
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