"Somos uma família estranha. Neste país onde as coisas se fazem por obrigação ou fanfarronada, gostamos das ocupações livres, das tarefas sem importância, dos simulacros que de nada adiantam."(Histórias de cronópios e de famas, p.25)
"Na segunda-feira, parte da família foi para seus respectivos empregos e ocupações, já que é preciso morrer de alguma coisa."(p.27)
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"A vida continuou assim, e não era pior do que outras vidas." (p.38)
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
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